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Nas ondas do Corpo Elétrico



Elias é paraibano, tem 23 anos, mora na capital São Paulo e trabalha numa confecção de roupas. Gay, o aspirante a estilista vive sozinho e mantém relações sexuais casuais, sem se prender a um amor romântico. Essa é a história de Corpo Elétrico, filme brasileiro de 2017, do diretor mineiro Marcelo Caetano.

Como cenário das relações de Elias - sejam profissionais ou de amizade e/ou sexo – a fábrica onde ele trabalha, seu pequeno apartamento, as ruas da metrópole paulista. Ainda que não dê maior destaque às relações de trabalho, um pequeno retrato da classe operária é exposto no filme, com diálogos referentes à rotina dos funcionários da empresa onde o protagonista é empregado.

Corpo Elétrico venceu o prêmio Maguey de melhor filme LBGT no Festival de Guadalajara (México)  no ano passado. A película encerra a mostra temática LBGT que o Cineclube Opiniões apresentou neste mês de junho. A sessão começa às 19 horas, na filmoteca acreana, localizada na Biblioteca Pública do Estado do Acre.

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