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Retina Latina, a Netflix latina e gratuíta

Cena do filme "Violeta foi para o céu" disponível na plataforma.

Lançado em março de 2016, serviço que começou com 196 filmes no catálogo, é fruto da cooperação entre Bolívia, Colômbia, Equador, México, Peru e Uruguai. O sucesso foi tanto que no final do ano passado a plataforma foi reconhecida pela Unesco por “apoiar o surgimento de setores culturais dinâmicos nos países em desenvolvimento, mediante o fortalecimento dos meios para criar, produzir, distribuir e ter acesso a diversos bens e serviços culturais”.
Para acessar aos filmes, basta fazer um cadastro gratuito. O catálogo está disponível para todos os países da América Latina, incluindo o Brasil. Nem todos os filmes estão legendados em Português porque o governo brasileiro não integra o projeto de cooperação com os demais países.
O catálogo oferece lançamentos da produção audiovisual de todos os países integrantes do projeto. A busca pode ser feita por país, gênero, nome da obra ou diretor. Ao longo destes quase dois anos no ar, o site já recebeu mais de 400 mil visitas.
Além disso, o site tem contribuído com a difusão de informação complementar sobre a produção cinematográfica da região ao publicar artigos próprios sobre o cinema latino-americano e a indústria local.
Dado o sucesso da plataforma, o Retina Latina fez alianças importantes nos últimos tempos, entre elas, com a Conferência de Autoridades Cinematográficas da Ibero América (Caci) e a Escola Internacional de Cine e TV de San Antonio de los Baños, de Cuba.
Com o Retina Latina está provado que o cinema latino vai muito além da fama da Argentina de produzir grandes obras. Recentemente a Colômbia começou a se destacar nos festivais de cinema mundo a fora e Cuba, há décadas, é um grande polo de produção cinematográfica. Com apenas um clique, os espectadores latinos podem conhecer um vasto catálogo. Parece que o “netflix” latino ainda tem muito a contribuir com o desenvolvimento e distribuição das produções locais.
Para acessar clique aqui

Do Portal Vermelho, Mariana Serafini

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