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10 DE MAIO: DIA DO PÚBLICO!

Hoje, 10 de maio, o movimento cineclubista internacional celebra em todo o mundo o Dia do Público!


 
CONFIRA NOTA DO CONSELHO NACIONAL DE CINECLUBES (CNC) SOBRE O DIA DO PÚBLICO.

“Cineclubistas!
Dia 10 de maio comemoramos o Dia Internacional do Público. Em meio ao atual cenário político brasileiro que vivenciamos, precisamos mais do que nunca somarmos as nossas forças populares para contribuirmos com circulação democrática da arte, das culturas e da informação. Vamos nos unir promovendo sessões cineclubistas em todos os estados brasileiros em nome da democracia, dos direitos humanos e do protagonismo popular! Divulgue em suas redes!

A exibição e o debate de um filme em cineclubes é sempre o ponto de encontro entre o público e sua cultura, razão maior de sua existência. O Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros é a máxima expressão organizada em promover este diálogo em favor do público.

A persistente e permanente luta dos cineclubes na vida cultural da nação se afirma com projeções nos movimentos sociais, escolas, sindicatos, igrejas – não importando o local e sim que o filme propicie um momento de encontro social e renda um debate sobre estética, cultura política e demais temáticas, pois essa é a finalidade de um cineclube: promover a discussão sobre a inserção do cinema na sociedade. Uma função quase educativa, numa tradição que vem, entre nós, desde 1917, com Adhemar Gonzaga e Pedro Lima indo ao Paredão para debater filmes com colegas, num processo de reconhecimento do outro, do diferente e seu conhecimento intrínseco, bem comum pertencente ao coletivo.

Cineclube sempre foi uma sociedade organizada, aberta à participação comunitária, que vem funcionando no sentido de rede e em todas as direções, expandindo as imagens, antigas e novas, num constante processo de reavaliação, dignas do homem em sua possibilidade de reação crítica e em sua capacidade criadora.

A atitude do CNC na defesa do público se torna, então, condição sine-qua- non, possibilitando o acesso a filmes e filmografias excluídas dos grandes circuitos de exibição, que privilegia o filme de consumo ligeiro, disponibilizando ao público os códigos de leitura da narrativa fílmica, tornando-a acessível à compreensão de todos. Essa atitude vem acalentando há tempos, não só o cineclubismo, mas o Cinema Brasileiro em sua expressão mais resistente.

Afinal um filme só existe quando bem projetado na tela, razão maior da existência de qualquer filmografia, principalmente a nacional, tão depreciada pelo produto estrangeiro, impedindo, assim, o diálogo entre o filme brasileiro e o seu público natural”.

Conselho Nacional de Cineclubes (CNC)

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